Pipeline de liderança
Em que degrau de liderança cada gestor está, qual é a próxima passagem e o que precisa ser abandonado para dá-la — cruzado com a evidência de quem realmente lidera alguém no organograma.
A tela
A tela real, no tema que você escolheu aqui em cima.

O que você encontra nesta tela
Um retrato da tela, lido dela mesma — muda quando a tela muda.
Ações disponíveis
AtualizarSalvarCancelar
Campos do cadastro
PessoaQuem está sendo avaliado no pipeline de sucessão.
Nível atualNível de liderança que a pessoa exerce hoje.
Nível de destinoNível para o qual ela está sendo preparada. Sem destino declarado não existe pipeline, existe elogio.
ProntidãoQuando a pessoa estaria pronta para assumir: agora, em um ano, em dois.
Data da avaliaçãoQuando esta leitura foi feita. Avaliação velha não sustenta decisão de sucessão.
EvidênciaFatos observados que sustentam a prontidão declarada.
O que abandonarO que a pessoa precisa deixar de fazer para caber no nível seguinte.
ObservaçãoAnotações do gestor sobre o desenvolvimento combinado.
Comece aqui
A ideia por trás: cada degrau é OUTRO ofício
O modelo diz que a carreira de liderança não é uma escada de tamanho, é uma sequência de trocas de ofício. Em cada passagem, o que fazia a pessoa ser boa no degrau anterior passa a atrapalhar.
Os cinco degraus: gerir a si mesmo (responde pelo próprio trabalho) → gerir outros (responde pelo trabalho de outras pessoas) → gerir gestores (responde por quem lidera) → gerir uma função (responde por uma área inteira, inclusive por competências que não são a sua) → gerir o negócio (responde pelo resultado, não pela função).
Nenhuma empresa precisa dos cinco. Numa casa de trinta pessoas, a escada real costuma ir do primeiro ao terceiro — e isso não é limitação, é desenho.
Os cinco degraus: gerir a si mesmo (responde pelo próprio trabalho) → gerir outros (responde pelo trabalho de outras pessoas) → gerir gestores (responde por quem lidera) → gerir uma função (responde por uma área inteira, inclusive por competências que não são a sua) → gerir o negócio (responde pelo resultado, não pela função).
Nenhuma empresa precisa dos cinco. Numa casa de trinta pessoas, a escada real costuma ir do primeiro ao terceiro — e isso não é limitação, é desenho.
Regras
O campo "o que abandonar" é o coração da ferramenta
Toda passagem exige largar alguma coisa. Quem sobe para "gerir outros" precisa largar a autoria da tarefa; quem sobe para "gerir gestores" precisa largar a gestão direta da tarefa e passar a cobrar o líder pelo resultado dele — sem consertar o trabalho dos liderados dele.
Quando essa conversa não acontece, a promoção vira acúmulo: a pessoa continua fazendo o trabalho anterior e ganha mais um por cima. Meses depois a empresa conclui que "ela não deu certo como líder", quando na verdade ninguém combinou com ela o que mudava.
Ao escolher o degrau, o sistema sugere um texto de fábrica para o que abandonar. Ele é ponto de partida — reescreva com o que é verdade nesta casa.
Quando essa conversa não acontece, a promoção vira acúmulo: a pessoa continua fazendo o trabalho anterior e ganha mais um por cima. Meses depois a empresa conclui que "ela não deu certo como líder", quando na verdade ninguém combinou com ela o que mudava.
Ao escolher o degrau, o sistema sugere um texto de fábrica para o que abandonar. Ele é ponto de partida — reescreva com o que é verdade nesta casa.
De onde vem a "evidência do organograma"
Duas contagens, ambas tiradas do campo superior imediato do cadastro de funcionários: quantas pessoas reportam diretamente àquela pessoa, e quantas dessas também lideram gente.
É o cruzamento desses dois números com o degrau declarado que produz as incoerências — por exemplo, alguém declarado em "gerir outros" cujos diretos já lideram gente: na prática a passagem para "gerir gestores" já aconteceu, e a empresa é a última a saber.
A tela mostra uma incoerência por pessoa, a primeira encontrada. Corrigida uma, a próxima pode aparecer.
Se a tela estiver vazia, o conserto não é aqui: é preencher o superior imediato no cadastro de funcionários. Sem hierarquia registrada não há pipeline a instrumentar.
É o cruzamento desses dois números com o degrau declarado que produz as incoerências — por exemplo, alguém declarado em "gerir outros" cujos diretos já lideram gente: na prática a passagem para "gerir gestores" já aconteceu, e a empresa é a última a saber.
A tela mostra uma incoerência por pessoa, a primeira encontrada. Corrigida uma, a próxima pode aparecer.
Se a tela estiver vazia, o conserto não é aqui: é preencher o superior imediato no cadastro de funcionários. Sem hierarquia registrada não há pipeline a instrumentar.
Declarar o degrau é um ato, não uma classificação
O degrau não é calculado nem inferido: alguém declara, e a partir daí existe um combinado. Só o degrau atual é obrigatório — destino, prontidão, evidência e "o que abandonar" podem vir depois, e normalmente vêm da conversa.
A prontidão (não avaliada, em desenvolvimento, pronta em até um ano, pronta agora) é o que alimenta o bloco de sucessão no fim da tela. Marcar "pronta agora" para alguém é assumir publicamente que a empresa o promoveria se a vaga abrisse amanhã — e é exatamente esse desconforto que torna a informação útil.
A prontidão (não avaliada, em desenvolvimento, pronta em até um ano, pronta agora) é o que alimenta o bloco de sucessão no fim da tela. Marcar "pronta agora" para alguém é assumir publicamente que a empresa o promoveria se a vaga abrisse amanhã — e é exatamente esse desconforto que torna a informação útil.
Existe um registro vigente por pessoa — não um histórico
Salvar de novo sobrescreve o degrau, o destino, a prontidão e os textos daquela pessoa. A tela guarda a foto atual, não a linha do tempo.
Na prática: se você quer comparar "onde ele estava em janeiro" com hoje, registre isso na evidência ou na conversa de 1:1 — o pipeline não vai lembrar por você.
Na prática: se você quer comparar "onde ele estava em janeiro" com hoje, registre isso na evidência ou na conversa de 1:1 — o pipeline não vai lembrar por você.
Perguntas frequentes
Quem vê esta tela?
Só perfis de administração e de gestão. Não é um organograma público: é a leitura da empresa sobre quem lidera, quem está pronto e o que falta — informação que, mal colocada, vira fofoca de corredor.
Telas conectadas
Lê a hierarquia deFuncionáriosA evidência sai do campo "superior imediato" de cada funcionário.Vira conversa emPreparo do 1:1O degrau do liderado aparece no preparo do 1:1 de quem o lidera.Vira plano emPDI — desenvolvimento individualO que a pessoa precisa abandonar e desenvolver cabe num PDI com evidência e prazo.
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