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Núcleo atuarial

A matemática do risco, VISÍVEL (nada de caixa-preta). Por indicador: a estimativa credibilizada — quanto vem da sua história e quanto do setor (Bühlmann–Straub), com o peso dito em texto; a decomposição frequência × severidade dos eventos (inadimplência, quebra de locação, estouro de projeto, glosa…

🕒 Atualizado em 28 de set. de 2026📖 ~5 min de leitura

A tela

A tela real, no tema que você escolheu aqui em cima.

Núcleo atuarial

O que você encontra nesta tela

Um retrato da tela, lido dela mesma — muda quando a tela muda.

Ações disponíveis

Reavaliar

A lista mostra

IndicadorSua história (n)SetorPesoEstimativa final (intervalo)EventoExposiçãoFrequênciaSeveridadePerda esperada (intervalo)Tempo (meses)Em risco+4

Campos do cadastro

Tipo de exposiçãoO que está exposto ao risco: contrato, cliente, apólice, item.
DenominadorSobre que base a frequência é medida. Denominador errado inverte a conclusão.
Quantidade expostaO tamanho da exposição no denominador escolhido.
OcorrênciaQuando o fato aconteceu.
ConhecimentoQuando a empresa soube. A diferença em relação à ocorrência é o atraso de aviso (IBNR).
CompetênciaMês em que a exposição é contada no triângulo.

Comece aqui

O que é esta tela
A matemática do risco, VISÍVEL (nada de caixa-preta). Por indicador: a estimativa credibilizada — quanto vem da sua história e quanto do setor (Bühlmann–Straub), com o peso dito em texto; a decomposição frequência × severidade dos eventos (inadimplência, quebra de locação, estouro de projeto, glosa, retrabalho, falha de entrega) — com que frequência acontece e quanto custa quando acontece, e o produto (perda esperada); e a curva de sobrevivência (Kaplan–Meier, tratando dado censurado) para churn de cliente, vida de equipamento e permanência. Todo número tem intervalo (nunca ponto isolado) e o baseline de onde veio. Só leitura.
Por que o risco vem sempre em duas metades
Um número de "perda esperada" sozinho esconde a informação que muda a decisão. "Acontece muito e custa pouco" pede ajuste de processo; "acontece raro e custa uma fortuna" pede reserva ou seguro — e os dois podem dar exatamente a mesma perda esperada. Por isso esta tela mostra sempre a FREQUÊNCIA (de quantas chances o problema aconteceu) e a SEVERIDADE (quanto custou, em média, quando aconteceu) separadas, e só então o produto das duas.

Como fazer

Ocorrência, conhecimento e competência: três datas diferentes
No registro de exposição, três datas convivem e não são a mesma coisa: Ocorrência é quando o evento aconteceu no mundo; Conhecimento é quando a empresa soube dele; Competência é o mês a que ele pertence na apuração. O Tipo de exposição diz o que está sendo contado (cliente, contrato, projeto), e o Denominador com a Quantidade exposta formam a base sobre a qual a frequência é calculada — sem denominador correto, a frequência sai inflada ou diluída.

Regras

De onde sai a contagem de cada tipo de problema
Inadimplência conta títulos a receber que venceram na janela e não foram pagos. Glosa conta as glosas registradas no período, pelo valor glosado. Quebra de equipamento conta as manutenções abertas por quebra, pelo custo da manutenção. Estouro de projeto conta as competências em que as horas consumidas passaram da franquia do contrato, valorizadas pelo valor-hora dele. Retrabalho conta as horas apontadas como GARANTIA — ou seja, refeitas de graça. Falha de entrega conta a ordem de serviço que VOLTOU: nova ordem do mesmo cliente e mesmo equipamento pouco tempo depois de uma anterior ter sido fechada.
Dois números que você precisa preencher para o risco sair em reais
Retrabalho é hora que você refez sem cobrar, então não existe valor cobrado para usar como custo. Preencha "Custo da hora de retrabalho" em Configurações → Parâmetros (grupo Atuarial) e a perda esperada do retrabalho passa a ter valor em reais; sem ele, a plataforma mostra quantas vezes aconteceu e deixa o custo em zero, sem inventar. O mesmo grupo tem "Dias em que uma OS nova conta como retorno" (padrão 30), que define o que a plataforma considera falha de entrega no seu ramo.
Quando um evento aparece como "sem dados"
Um evento fica sem dados quando falta uma das duas metades: nenhuma ocorrência registrada no período, ou nenhuma exposição capturada para servir de denominador. Não é defeito e não significa risco zero — significa que a plataforma não tem base para afirmar nada, e prefere dizer isso a mostrar um número frágil. A exposição é capturada pelas próprias operações: fechar OS de campo, apurar sustentação, ler horímetro, emitir guia, concluir ordem de produção.
Sobrevivência: o que significa "censurado"
Na curva Kaplan–Meier, censurado é o sujeito que saiu da janela de observação sem ter sofrido o evento — o cliente que continua ativo, o equipamento que ainda funciona. Ele não conta como evento nem é descartado: contribui para o "em risco" até o momento em que foi visto pela última vez. É isso que evita o vício clássico de medir churn só com quem já saiu. O cabeçalho mostra o total de sujeitos, eventos e censurados; cada linha traz o hazard (d/n) e a sobrevivência S(t) acumulada.

Perguntas frequentes

Que pergunta esta tela responde
Qual o risco esperado da operação — e quanto dele vem da sua própria história versus a experiência do setor. A tela mostra três blocos, todos só de leitura: a estimativa credibilizada (Bühlmann–Straub) com o peso dito em texto, a decomposição frequência × severidade com a perda esperada em reais, e a curva de sobrevivência (Kaplan–Meier) com o S(t) por período. Todo número vem com intervalo e com o n de onde saiu — nada de ponto isolado.
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