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Custo do colaborador

O raio-X do custo: salário bruto × custo real com encargos, lado a lado — "quanto a margem mente" sem essa conta.

🕒 Atualizado em 30 de out. de 2026📖 ~2 min de leitura

A tela

A tela real, no tema que você escolheu aqui em cima.

Custo do colaborador

O que você encontra nesta tela

Um retrato da tela, lido dela mesma — muda quando a tela muda.

Ações disponíveis

Aplicar encargos padrãoAdicionarSalvar composição

A lista mostra

ComponenteTipoValor

Campos do cadastro

Salário baseSalário da vigência selecionada, antes de qualquer encargo ou benefício.
Valor do componenteValor do componente de custo, em reais fixos ou em percentual sobre o salário.
Custo mensalSalário base somado a todos os componentes de encargo e benefício do colaborador.
Horas úteis no mêsHoras úteis do mês usadas como divisor para chegar ao custo-hora.
Custo-hora brutoSalário dividido pelas horas úteis, sem considerar encargos.
Custo-hora real com encargosCusto mensal completo dividido pelas horas úteis; é o custo que a margem deve cobrir.
Subestimação do custoQuanto o custo sem encargos subestima o custo real, inflando a margem.
Vigência salarialData de início da faixa salarial escolhida, que define a base do cálculo.
Regime da empresaRegime tributário da empresa, que muda os encargos aplicados.
Tipo de vínculoTipo de vínculo do colaborador, que muda os encargos aplicados.

Comece aqui

O que você faz aqui
Compare, por pessoa: salário bruto, encargos aplicados e o custo-hora final. É a memória de cálculo do custo usado na rentabilidade — transparência total da conta.
O que esta tela faz
Monta a composição de custo de um colaborador: parte do salário base da vigência salarial escolhida, soma os componentes de encargo (percentuais sobre o salário ou valores fixos) e chega ao custo mensal. Dividido pelas horas úteis do mês, vira o custo-hora bruto e o custo-hora real com encargos — o número que alimenta a rentabilidade. A memória de cálculo ao lado mostra, linha a linha, como o total se formou.

Regras

Aplicar padrão puxa o template do regime
O botão Aplicar padrão preenche os componentes com o template de encargos do regime e vínculo do colaborador (cadastrado em Encargos por regime), poupando a digitação item a item. Depois de aplicar, os componentes ficam editáveis: ajuste percentuais e valores do caso concreto e salve a composição. Um aviso na memória de cálculo mostra quanto a margem subestimaria o custo se os encargos fossem ignorados.
Sem vigência salarial não há custo
O cálculo parte do salário base de uma vigência salarial — se o colaborador não tem movimentação salarial cadastrada, a tela avisa e não há o que compor. Cadastre a primeira movimentação na aba Movimentação salarial do cadastro do funcionário e volte aqui. Ao trocar a vigência no seletor, a composição recalcula sobre o salário base daquela vigência — útil para comparar o custo antes e depois de um reajuste.

Perguntas frequentes

Por que o custo-hora com encargos é tão maior que o salário dividido pelas horas?
Porque o salário é só a base. Por cima dele entram os componentes de encargo da vigência — INSS patronal, FGTS, provisão de férias e 13º, benefícios — em percentual ou valor fixo, e o total é dividido pelas horas úteis do mês. A memória de cálculo ao lado mostra cada parcela; é esse custo-hora real que a rentabilidade usa.
Meu consultor é PJ e não tem salário. Como entra o custo dele na margem?
Escolha o colaborador e a vigência e preencha "Custo-hora informado" com o valor por hora combinado. Salve: a partir daí toda margem (contrato, projeto, rentabilidade) usa esse valor para as horas da vigência, no lugar de custo mensal ÷ jornada. Para mudar o valor a partir de um mês, crie uma nova vigência com a data de início. Só quem vê valores enxerga e altera este campo.

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