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Trazer o que você já tem

Como transformar os XML das notas que a empresa já recebeu em cadastro, sem digitar e sem duplicar.

🕒 Atualizado em 18 de set. de 2026📖 ~2 min de leitura

O que você encontra nesta tela

Um retrato da tela, lido dela mesma — muda quando a tela muda.

Ações disponíveis

RecusarAprovar e cadastrar

A lista mostra

TipoO que o agente propõeVeio do arquivo

Como fazer

Por onde começar
Peça ao seu contador a pasta de XML de entrada dos últimos doze meses — ela existe e é a mesma que ele usa para escriturar. Suba tudo de uma vez, revise a aba de fornecedores primeiro (é a menor e a que mais se aproveita), aprove em lote e só depois vá aos produtos.

Regras

Nada entra no cadastro sem você aprovar
A leitura do arquivo produz PROPOSTAS, e proposta não é cadastro: ela não aparece em nenhuma busca, não entra em relatório e não pode ser usada em lançamento. Quando você aprova, o registro é criado pelo mesmo caminho de quem cadastra à mão, com as mesmas validações. É por isso que um XML torto vira uma proposta recusada, e não um fornecedor torto dentro da sua base.
Vinte notas do mesmo fornecedor viram UM fornecedor
Cada proposta tem uma chave: o CNPJ para fornecedor, o código do produto no emitente para produto. Subir a mesma pasta duas vezes não duplica nada — a segunda leitura reconhece o que já estava proposto e não cria linha nova. Sem isso, a primeira carga de um ano de notas geraria milhares de duplicatas, e limpar isso depois custa mais que digitar do zero.
O que esta tela NÃO faz
Não lê SPED e não calcula saldo inicial de estoque nem de caixa. O SPED é um caminho à parte: o layout muda por ano e o significado de cada bloco depende do regime tributário da empresa, então lê-lo pela metade produziria um saldo errado com cara de número certo. De-para de planilha continua no caminho de importação que já existe, em cada tela de cadastro.
O que o SPED traz — e por que ele NÃO traz saldo
O leitor de SPED traz CADASTRO: os participantes viram propostas de fornecedor e os itens viram propostas de produto, com a mesma chave de duplicidade dos XML (documento e código), então o mesmo fornecedor não entra duas vezes. Saldos, apuração e créditos ficam de fora de propósito: o SPED muda de layout a cada ano-calendário e o significado dos blocos depende do regime tributário, de modo que uma leitura parcial produziria saldo inicial errado com cara de número certo — a conferência bate e o número está errado. Cadastro é nome, documento e descrição: se vier torto, você vê na hora. Se o arquivo for de um layout que este leitor não conhece, ele recusa dizendo qual veio, em vez de tentar mesmo assim.

Perguntas frequentes

De onde sai cada informação
Do próprio XML, sem interpretação: o fornecedor vem do emitente da nota (CNPJ, razão social, UF); o produto vem de cada item (código, descrição, NCM, unidade); o valor a pagar vem do total da nota. A leitura é determinística porque o XML tem esquema — não há inteligência artificial adivinhando campo aqui, e é de propósito: adivinhar o CNPJ errado é pior que não ler a nota.
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